Queridos amigos e amigas, fizemos esse blog no intuito de permitir a todos aqueles que o acessarem, que tenham uma mensagem de fé, esperança, sabedoria, discernimento e amor, que possa assim, levá-los a refletir sobre suas vidas e de suas famílias e dessa forma cresça em cada um, a esperança de mudança para uma vida melhor e mais feliz.
Pedimos a Deus, que através do Seu Divino Espírito Santo, ilumine a cada um de vocês e dessa forma cada mensagem aqui, se torne útil e eficaz.


Fiquem com Deus !

Do amigo,
José Vicente Ucha Campos

jvucampos@gmail.com

Vale ressaltar que as mensagens aqui postadas são de divulgação corrente na internet e que em sua grande maioria não consegui identificar seus autores.
Aos amigos(as) que quiserem colaborar conosco nos enviando mensagens para que possamos colocá-las no blog e assim permitir que todos possam partilhar desses momentos mágicos de reflexão, nós agradecemos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O MONGE E O ESCORPIÃO

Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.
O monge correu pela margem do rio, entrou na água e pegou-o pela mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o monge deixou-o cair novamente no rio.
Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, pegou o escorpião e o salvou.
Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados:
- Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
- A natureza dele é picar. A minha é salvar.
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Comentário:
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal. Tenha ações como um filho de Deus. Abençoe.
Quando a vida te apresentar mil razões para chorar mostre que tens mil e uma razões pelas quais sorrir.

ANJOS

O menino voltou-se para a mãe e perguntou:
- Mãe, os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.
- É uma boa idéia, falou a mãe. Irei com você.
- Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava.
Lá se foram.
O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros.
As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.
O menino correu ao lado da carruagem e perguntou à dama:
- Você é um anjo? Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante.
Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.
- Ela não era um anjo, não é, mamãe? - Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
- Você é um anjo? Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
- Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo. Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão.
Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu, tentando se segurar nela. 
- Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! - Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.
- Aquela moça, certamente, não era um anjo. Falou sua mãe.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
- Você me carrega no colo, mãe?
- É claro - disse a mãe
- Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava.
Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
- Mãe, você é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
- Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu...
.
Comentário do Blog:
Além dos anjos, seres superiores, também criados por Deus, podemos dizer que existem muitos outros aqui na Terra, vivendo entre nós. São todos que vivendo o verdadeiro amor, transmitem aos outros tudo de belo que nele existe. São todos os que asumindo a vivência da Palavra de Deus, fazem o bem aos outros, confortam-nos, defendem-nos, acolhem-nos e fazem com que todos que se achegarem a eles, sintam felicidade e paz em suas presenças.
Essas criaturas de Deus, são mães, pais, filhos, irmãos e amigos que renunciam a si próprios e às suas vidas, em benefício dos que amam.
Ás mães então, ultrapassam com certeza a fronteira da morte, de forma que já junto de Deus, intercedem por seus filhos e por todos aqueles que ficaram aqui na Terra e que receberam pedacinhos de seus corações.

sábado, 6 de novembro de 2010

PONTO FINAL

Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida ótima, própria para alguém que não desejava ter patrão.
O que eu não percebi, é que aquela vida era também um ministério.
Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se, muitas vezes, um confessionário.
Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas: suas alegrias e suas tristezas.
Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Mas nenhuma me tocou mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite:
Estávamos em agosto. eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade.
Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.
Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do andar térreo.
Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora.
Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora.
A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
"Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda" - eu pensei.
Assim fui até a porta e bati.
"Um minuto!" - respondeu uma voz débil e idosa.
Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão.
Depois de uma pausa longa, a porta se abriu.
Uma senhora muito velhinha e pequenina, apareceu. Deveria ter uns 80 anos ou mais.
Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40.
Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon.
O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo.
Toda a mobília estava coberta por lençóis.
Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.
Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
"O Sr. poderia colocar a minha mala no carro?" - ela me pediu.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, e ela ficou agradecendo minha ajuda.
"Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros da melhor forma possível." - disse-me.
"Oh!, você é um bom rapaz!" - disse-me ela, sorrindo.
Quando embarcamos, ela me deu o endereço e pediu-me: "O Sr. poderia ir pelo centro da cidade?"
"Não é o trajeto mais curto..." - alertei-a prontamente.
"Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos."
Eu olhei pelo retrovisor.
Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
"Eu não tenho mais família..."
"Meu médico diz que tenho pouco tempo..."
Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei: "Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?"
Nas duas horas seguintes, nós rodamos pela cidade.
Ela me mostrou o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista.
Nós passamos pelas cercanias em que ela e o marido tinham vivido como recém-casados.
Ela me pediu que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha.
De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente à um edifício ou esquina.
Ficava, então, com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.
Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse, de repente:
"Eu estou cansada. Vamos agora?"
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso.
A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou.
Eram muito amáveis e atenciosos, e observavam todos os movimentos dela.
Eles a deviam estar esperando.
Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora, já sentada em uma cadeira de rodas, perguntou-me :
"Quanto lhe devo?" - e já foi abrindo a bolsa para pagar.
"Nada" - respondi.
"Você tem que ganhar a vida, meu jovem..."
"Há outros passageiros" - respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço.
Ela me envolveu comovidamente.
"Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada!"
"Eu que agradeço." - respondi.
Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
Atrás de mim uma porta foi fechada.
Era o som do término de uma vida.
Naquele dia não peguei mais passageiros.
Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos.
Mal podia respirar de emoção...
Fiquei pensando se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno?
E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.
.
Comentário:
A maioria das pessoas está condicionada a pensar que suas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse.
Mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir.
Pense nisso!

AS COISAS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM...

Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica.
A família deu abrigo, mas com muita má vontade.
Apesar de viverem em uma mansão com muitos quartos, não permitiram que os anjos ficassem em nenhum deles.
Em vez disso, deram aos anjos um espaço, em um quartinho pequeno e frio, no sótão da casa.
A medida que eles faziam a cama no duro piso, o anjo mais velho viu um buraco na parede e o tampou.
Quando o anjo mais jovem perguntou o porquê, o anjo mais velho respondeu:
- "As coisas nem sempre são o que parecem..."
No dia seguinte, os dois continuaram viagem.
Com a chegada da noite, os dois anjos pediram abrigo na casa de um casal muito pobre.
O senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros e receberam, de bom grado, os viajantes.
Depois de compartilhar a pouca comida que a família tinha, o casal permitiu que os anjos dormissem na cama do casal, onde eles poderiam ter uma boa noite de sono para poder prosseguir a viagem totalmente descansados.
Quando amanheceu, os anjos encontraram o casal, banhado em lágrimas.
A única vaca que eles tinham, cujo leite era a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo.
O anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho:
- "Como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou.
A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse. Por que fez isso? "
- "As coisas nem sempre são o que parecem ... " Respondeu o anjo mais velho.
- "Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário era muito avarento e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais encontraria o ouro. Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa dessa família pobre e humilde, o anjo da morte veio em busca da mulher e do agricultor, e eu lhe dei a vaca no lugar dos dois.
Por isso que sempre digo, que as coisas nem sempre são o que parecem... "
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Comentário:
Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos.
Se você tiver fé, somente necessita confiar que aconteça o que acontecer com você, algum propósito há.
Provavelmente alguma coisa muito melhor virá a seguir.

MINHA RAIVA JÁ SECOU...

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia, então, pediu para a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão!
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo, todo branquinho, e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
- Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
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Comentário:
Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre:
Deixe a raiva secar!

sábado, 30 de outubro de 2010

A MANEIRA DE VER AS COISAS

Uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia, mandando dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazerem as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
- “Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.”
Sem saber da existência desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:
- ”Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Pois aqui ninguém usa sapatos...ainda!”
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Comentário:
A mesma situação era um enorme obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:
"OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME, OS ALEGRES, ACHAM QUE ELE CANTA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida faz toda a diferença.
Seja otimista! Tenha coragem, ouse!

UMA LIÇÃO DE SABEDORIA

Conta-se que no século passado, um turista de origem americana foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
-Onde estão os seus móveis? – perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
- E onde estão os seus?
- Os meus?!? – surpreendeu-se o turista.
-Mas, eu estou aqui só de passagem!
- Eu também... A vida na terra é somente uma passagem... concluiu o sábio.
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Comentário do Blog:
Essa pequena estória, embora simples, nos traz um grande e sábio ensinamento.
Nos alerta para o apego às coisas materiais de algumas pessoas, que vivem aqui na terra como se fossem ficar aqui eternamente e só ficam pensando em acumular bens materiais e..., se esquecem de ser felizes!
O próprio Jesus Cristo já nos alertava para esse erro.
Portanto queridos amigos vivam com simplicidade e humildade. Para Deus o TER não significa nada, mas sim o SER.
Quanto mais simples a nossa vida e desapegada das coisas materiais, mas nos aproximamos dos nossos irmãos e de Deus e da verdadeira felicidade.

O QUE IMPORTA É O QUE REALMENTE SOMOS...

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas - o “bobo” da aldeia.
Diariamente, eles chamavam o “rapaz” ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas – uma grande de 400 réis e uma outra menor, de dois mil réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo o chamou e perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei – respondeu o não tão tolo assim – ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
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Comentário:
Pode-se tirar algumas conclusões dessa pequena narrativa
1) Quem parece idiota, nem sempre o é.
2) Quem se acha muito esperto, pode estar fazendo o papel inverso: o de tolo.
3) Se você for muito ganancioso acaba anulando a sua fonte de renda.
4) E para finalizar:
O que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.

domingo, 24 de outubro de 2010

O RIACHO E O PÂNTANO

Era uma vez, um riacho de água cristalina, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano imundo, por onde, deveria passar.
Olhou, então, para Deus, e protestou:
- Senhor, que castigo me deste! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e o Senhor me obriga a atravessar um pântano sujo como este: Como faço agora?
Deus, sabiamente, respondeu-lhe:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se você ficar com medo, irá diminuir o ritmo de seu curso, dará muitas voltas e inevitavelmente acabará misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele. Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano. Ai, então, você se transformará em mar.
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Comentário:
Assim é a na vida. Nem toda mudança, por mais difícil que pareça, significa que vai ser ruim. Pelo contrário, às vezes essas mudanças nos dão mais força, fazem florescer nossa coragem e determinação.
Muitas pessoas, diante de qualquer empecilho, ficam paralisadas, assustadas e sem ação.
Tensas, perdem a fluidez e a força.
É preciso entrar com determinação nos projetos da vida até que o rio se transforme em mar.
A vida é uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.
Não tenha medo, supere-se.
Você conseguirá!!!

BATATAS

Um professor pediu aos alunos que levassem uma sacola com batatas para a sala de aula.
Solicitou que separassem uma batata para cada pessoa que os magoara ou de alguma forma os fizera sofrer.
Então, escrevessem o nome da pessoa na batata e a colocassem dentro da sacola.
Eles começaram a pensar, e foram lembrando uma a uma...
Algumas sacolas ficaram muito pesadas!
A tarefa seguinte consistia em, durante uma semana, carregar consigo a sacola com as batatas para aonde quer que fossem.
Com o tempo as batatas foram se deteriorando.
Era um incômodo carregar a sacola o tempo todo e ainda sentir seu mau cheiro.
Alem disso, a preocupação em não esquecê-la em algum lugar fazia com que deixassem de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
E, foi assim que, os alunos entenderam a lição de que carregar mágoas é tão ruim quanto carregar batatas.
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Comentário:
Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos se enchem de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.
Vamos lá!
Jogue fora suas ”batatas” !

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O ZÉ

Todo dia, ao meio-dia, um pobre velho entrava na igreja e poucos minutos depois, dela saia.
Um dia, o sacristão preocupado com os valores ali existentes, perguntou-lhe o que fazia ali, diariamente, sempre naquele mesmo horário.
- Venho rezar - respondeu-lhe o velho.
- Mas é estranho! - disse o sacristão - que você consiga rezar tão depressa.
- Bem! - retrucou o velho - eu não sei rezar aquelas orações compridas. Mas todos os dias, ao meio-dia, eu entro na igreja e falo:
- Oi! Jesus. Eu sou o Zé. Vim te visitar.
- Num minuto já estou de saída. É só uma oraçãozinha. Mas tenho certeza de que Ele me ouve.
Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital e na enfermaria passou a exercer grande influência sobre todos.
Os doentes mais tristes se tornaram alegres e muitas risadas passaram a ser ouvidas.
- Zé! - disse-lhe um dia a irmã, responsável pela enfermaria - Os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre. O que você me diz?
- É verdade irmã. Estou sempre tão alegre. É por causa daquela visita que recebo todos os dias. Faz-me muito feliz e então, sinto vontade de repartir esta felicidade com os meus irmãos de enfermaria.
A irmã ficou atônita. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. O Zé era um homem solitário, sem ninguém.
- Quem o visita? A que horas? - perguntou-lhe a irmã.
- Todos os dias, ao meio-dia, Ele vem ficar ao pé da cama. Quando olho, Ele sorri e me diz:
- Oi! Zé. Eu sou Jesus. Vim te visitar...
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Comentário:
A estória é singela. O autor é desconhecido, no entanto, faz-nos refletir profundamente no ensinamento que ela contém.
Fala-nos da fé, da simplicidade, da dedicação e da perseverança.
Quem de nós dispõe, como o Zé, diariamente, de alguns minutos para falar com Jesus?
Muito de nós confundimos a oração como um amontoado de palavras que vão saindo da boca destituida de sentimentos e de humildade.
Quantos de nós temos tal perseverança, tanto nas horas de alegria quanto nas de dor para elevar o pensamento a Jesus confiando-lhe a nossa intimidade com a certeza de que Ele nos ouvirá?
A oração é uma fonte em que podemos aliviar a alma opressa.
O fio misterioso que nos coloca em comunhão com Deus.
É um bálsamo que cura nossas chagas interiores. É um templo em cuja doce intimidade encontraremos paz e refúgio.
Enfim, para as sombras da nossa alma a oração será sempre libertadora alvorada repleta de renovação e luz.
É importante que cultivemos a fé inabalável no sublime Jesus.
É importante que oremos, ainda que a nossa oração seja singela mas, que seja movida pelo sentimento.
Orando chegarás ao Senhor que te deu na prece o meio seguro de uma comunicação com a Sua infinita bondade.

JÓIAS PRECIOSAS

Narra uma antiga lenda árabe que um Rabi muito religioso e dedicado, vivia muito feliz com a sua família, a esposa dedicada e amada e dois filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da sua condição de líder do povo, o Rabi empreendeu uma longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.
No período em que esteve ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.
A mãe dos jovens sentiu o coração dilacerado de dor, no entanto, por ser uma mulher forte e sustentada pela fé e pela confiança em Deus suportou o choque com bravura. Todavia, uma preocupação lhe
vinha à mente: como dar ao esposo essa triste notícia.
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o Rabi retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos.
Ela lhe pediu para que não se preocupasse, que tomasse o seu banho e, logo em seguida, ela lhe falaria dos moços.
Alguns minutos após estavam ambos sentados à mesa conversando.
Então, a esposa lhe perguntou sobre a viagem e, ele, após respondê-la, quis saber, novamente, sobre os filhos.
Ela, um tanto embaraçada, respondeu ao marido:
- Deixe os filhos, primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.
O marido já um tanto preocupado perguntou:
- O que aconteceu, notei você abatida. Fale, resolveremos juntos o problema, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente um amigo nosso me visitou e deixou duas jóias de valores incalculáveis para que eu as guardasse. São jóias muito preciosas. Jamais vi algo tão belo.
O problema é esse. Ele virá buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois, já me afeiçoei a elas, o que você me diz:
- Ora mulher não estou entendendo o seu comportamento. Você nunca cultivou vaidades.
Por que isso agora?
- É que eu nunca havia visto jóias assim tão maravilhosas.
- Podem até ser, mas não lhe pertencem, terá que devolvê-las.
- Mas já não consigo aceitar a idéia de perdê-las.
Então o Rabi lhe respondeu com firmeza:
- Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo. Vamos devolvê-las. Eu a ajudarei. Vamos devolvê-las hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade o tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas de que lhe falei eram nossos filhos. Deus os confiou à nossa guarda e durante a sua viagem
veio buscá-los e eles se foram.
O Rabi compreendeu a mensagem abraçou a esposa e juntos derramaram grossas lágrimas sem revolta e sem desespero.
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Comentário:
Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia, a fim que as ajudemos a lapidá-las. É necessário, que não percamos a oportunidade de trabalhá-las nas virtudes, justiça, honestidade e humildade.
Assim, quando tivermos que devolvê-las para Deus por algum motivo ou mesmo para que formem uma nova família,elas possam estar ainda mais belas e mais valiosas.